quinta-feira, abril 12, 2007

Não vou não

Há algo neste mundo que não está certo. Há algo nesse poço de podridão que não que parar de cheirar mal, que não quer tomar banho, menos ainda relaxar... tirar essa impureza tola de pensamentos... supérfluos. Enquanto tudo parece perfeito pra uns, e outros fazem coisas que você espera que seja inocência, outros se prendem num mundo intolerante consigo mesmo, que discursa versos soltos e... inúteis, brigando com o ar enquanto têm saudades daqueles tempos em outros “mundos”, que tudo era outra vida e tudo não passava de versos soltos. São coisas tão óbvias, tão óbvias, que ninguém ousa discutir, ou jogar contra: a derrota nunca vem do mundo, vem das pessoas. Elas ficam tão presas numa verdade verdadeira que elas odeiam, mas sempre a defendem, como masoquista à beira do paraíso, digo, abismo. Aliás, obviedade nem sempre é sinônimo de burrice, senso comum nem sempre deve ser tratado como inferior: ele é mais forte que nós. Eu já não os enfrento mais como antes, eu não quero mais perder essa briga. Há algo estranho nesse mundo, e não vou responder por ele.

quarta-feira, abril 04, 2007

Meia frase basta

Porque um blog-diário se eu nem fico na internet diariamente?
Minha idéia de fazer desse blog um diário partiu do pressuposto de eu ter vontade de me expressar, de contar fatos e situações, mas acabei nem atualizando muito, como sempre, nem, quando atualizo, falando situações. Agora e nesse momento de morgação minha crio um movimento egocentrista: Estupro das idéias: um não conceito de uma não-teoria; a negação da negação do não dito; o estudo do grão de areia do deserto. ou como diria Raúl, "o raso, o largo e o profundo".
Livre de Ideologias, e sem querer saber de comentários (pouco me importa, são apenas números), eu, no meu ego mais que perfeito, vou jorrar, como acontecimento vivido, no meu pequeno diário (construído e reconstruído a cada três postagens) meus devaneios políticos, filosóficos, sociológicos, antropológicos, geográficos, comunitários, andarilhos e frustantes para o eterno deleite de quem não tem nada pra fazer e leu até aqui esse monte de palavras que não dizem nada.

Tô virando um ser teórico, que usa a teoria até na pratica, e interlaça esses termos para um comum acordo de teses. ok?