Não tenho palavras porque minha memória só lembra de eu criança me envolvendo nas melodias. Deixo aqui os três vídeos que eu mais gosto deste que é, quer goste ou não, o maior astro que já existiu.
O primeiro vídeo que passou pela minha cabeça ao saber da notícia.
A perfeita interpretação de nostalgia.
Descrição perfeita.
Michael Jackson (1958-2009)
segunda-feira, junho 29, 2009
domingo, junho 14, 2009
Quando
Meu sonho era, primeiro, ter um blog de poesia para ficar famoso. Acabei excluindo.
Depois me bateu uma vontade tremenda de ter um blog pessoal e colocar isso como um diário e nem ligando quem visse. Não deu.
Daí me coloquei de novo numa poesia mais nada a ver, com o mesmo objetivo, e falhei comigo mesmo.
Nisto, me coloquei numa briga política contra o governador do meu estado e tive o topo de visitas diárias até lá.
Quando, mesmo eu tentando fazer minha parte, ele ganhou a eleição, liguei o foda-se e virei de costas pro que eu escrevia. Resultado: tive o ano com o maior número de visitas, mesmo que mínimas.
Mas meu sonho de visitas mudou também e, com o advento do twitter (uma ferramenta que as vezes parece um hosício, mas, quando você acorda, ficam bem organizadas no seu pequeno caos) me bateu uma vontade de intensificar essa vontade blogueira. Não que eu queira ser um blogueiro de primeira, e não seria ruim, seria?, mas queria uma maneira de me colocar e exercitar isso que eu tanto gosto: escrever.
Isso foi quando comecei a ter preguiça de escrever e, o que eu estava adorando, corrigir os textos de outras pessoas.
Quando eu voltar com minhas verborragias diárias...........
Depois me bateu uma vontade tremenda de ter um blog pessoal e colocar isso como um diário e nem ligando quem visse. Não deu.
Daí me coloquei de novo numa poesia mais nada a ver, com o mesmo objetivo, e falhei comigo mesmo.
Nisto, me coloquei numa briga política contra o governador do meu estado e tive o topo de visitas diárias até lá.
Quando, mesmo eu tentando fazer minha parte, ele ganhou a eleição, liguei o foda-se e virei de costas pro que eu escrevia. Resultado: tive o ano com o maior número de visitas, mesmo que mínimas.
Mas meu sonho de visitas mudou também e, com o advento do twitter (uma ferramenta que as vezes parece um hosício, mas, quando você acorda, ficam bem organizadas no seu pequeno caos) me bateu uma vontade de intensificar essa vontade blogueira. Não que eu queira ser um blogueiro de primeira
Isso foi quando comecei a ter preguiça de escrever e, o que eu estava adorando, corrigir os textos de outras pessoas.
Quando eu voltar com minhas verborragias diárias...........
quinta-feira, junho 04, 2009
Fynáuibrtiizoche
Tenho um problema. Não sei se devia o expor aqui, mas sei que ninguém aqui é fofoqueiro. Às vezes tenho que colocar o fone de ouvido e ouvir músicas que realmente me entretêm (no momento Chico Buarque). No momento não consigo pensar em outra coisa além das cruciais pra um depressivo... E tudo isso por não saber lidar com todas as sortes e aberturas que abrem na minha vida e que não deixo passar. Tudo me trás uma pulga atrás da orelha, desde uma pequena tristeza, até uma coisa que me empolgariam por um momento.
Meu problema é prestar demais a atenção nas coisas que acontecem. Cada centímetro. E isso me faz esquecer, ou ver quanto a parte boa é insignificante num todo real que é essa coisa. Ouço cada segundo enquanto andou ou estou trabalhando. Reparo como me tratam ou não, ou quando riem do meu nome (não preciso deixar ele aqui, não?). Fora as vezes me passar a vontade de tacar uma bomba em algum lugar, talvez pela parte da minha personalidade ser perturbada.
Sentei num banco, numa praça da cidade. Pego um livro de filosofia, para tentar lê-lo. Ouço um comentário de longe...
-Ainda me fazem falar sozinho. Um dia quem vai brilhar vai ser eu, noites cruéis como essa irão fazer-me sorrir, pesadelos serão como agradáveis sonhos e o medo existencial vai ser a sola do meu pé pois minha existência será como o sol, suas estrelas de segunda grandeza!
Não entendi muito bem, mesmo porque me confundiu os pensamentos. A mistura da música coçando meu ouvido com aquele livro de filosofia direto que estava em mãos com aquelas paráfrases me deixaram curioso. O que aquele ser, de cabelos loiros meio brancos e alto queria falar?
Cada palavra parecia, por mais simples, um toque de música dançante. Ainda mais quando o outro ser, que estava fora do alcance do meu olhar de lado falou.
-Todo ponto inútil e lógico que me leva a pensar rigorosamente aqueles tolos pontos. Para que momentos numa inútil busca pela decadência? Do saber que não sabe socrático ao modernismo complexo da internet.
Me senti mal por não ouvir como a conversa chegou lá; me senti controlado por uma força de terminar aquele livro em linha da minha mão. As palavras saiam mudadas e contornadas por aquela atenção destoante. Indescritível foi a sensação momentânea de catarse estranha que eu sentia.
A feiúra de Sócrates chegava a ter um motivo naquela conversa entre mim em pensamento, minha música, meu pensamento e aquele livro. Um amor barato que se forma com aquele pensamento de vida que se construía...
A voz do dono se mistura com esse brilhar pela busca inútil pela decadência. Nesse nitzchiano desejo até o levar o sentidos dos agradáveis sonhos, falando sozinho, sendo de mais ninguém.
[continua.... ?]
Meu problema é prestar demais a atenção nas coisas que acontecem. Cada centímetro. E isso me faz esquecer, ou ver quanto a parte boa é insignificante num todo real que é essa coisa. Ouço cada segundo enquanto andou ou estou trabalhando. Reparo como me tratam ou não, ou quando riem do meu nome (não preciso deixar ele aqui, não?). Fora as vezes me passar a vontade de tacar uma bomba em algum lugar, talvez pela parte da minha personalidade ser perturbada.
Sentei num banco, numa praça da cidade. Pego um livro de filosofia, para tentar lê-lo. Ouço um comentário de longe...
-Ainda me fazem falar sozinho. Um dia quem vai brilhar vai ser eu, noites cruéis como essa irão fazer-me sorrir, pesadelos serão como agradáveis sonhos e o medo existencial vai ser a sola do meu pé pois minha existência será como o sol, suas estrelas de segunda grandeza!
Não entendi muito bem, mesmo porque me confundiu os pensamentos. A mistura da música coçando meu ouvido com aquele livro de filosofia direto que estava em mãos com aquelas paráfrases me deixaram curioso. O que aquele ser, de cabelos loiros meio brancos e alto queria falar?
Cada palavra parecia, por mais simples, um toque de música dançante. Ainda mais quando o outro ser, que estava fora do alcance do meu olhar de lado falou.
-Todo ponto inútil e lógico que me leva a pensar rigorosamente aqueles tolos pontos. Para que momentos numa inútil busca pela decadência? Do saber que não sabe socrático ao modernismo complexo da internet.
Me senti mal por não ouvir como a conversa chegou lá; me senti controlado por uma força de terminar aquele livro em linha da minha mão. As palavras saiam mudadas e contornadas por aquela atenção destoante. Indescritível foi a sensação momentânea de catarse estranha que eu sentia.
A feiúra de Sócrates chegava a ter um motivo naquela conversa entre mim em pensamento, minha música, meu pensamento e aquele livro. Um amor barato que se forma com aquele pensamento de vida que se construía...
A voz do dono se mistura com esse brilhar pela busca inútil pela decadência. Nesse nitzchiano desejo até o levar o sentidos dos agradáveis sonhos, falando sozinho, sendo de mais ninguém.
[continua.... ?]
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