segunda-feira, junho 12, 2006
Exatismos Delirantes pt3 e delirantes MLSTÊS
[..] Verbo-enraizar as coisas só leva ao nada delirante. O “ser” é um exemplo. Caracterizar verbalmente filosofias é o inevitável, sim. Mas demonstra sua fragilidade ao tentar demonstrar um exatismo.
Na religião, como exemplo, tenta-se encontrar uma resposta do que seria Deus. Um filósofo* disse: “Deus é”. Pronto. Com certeza não precisa-se perguntar mais nada.
Não acredito em deus, sendo sincero, mas não ponho a mão no fogo. Só “não acredito que exista um deus que queira tanto ser louvado”**.
* Não me recordo, talvez seja meu professor mesmo.
** A frase é do filosofo metafísico Nietzsche, com óbvias modificações minhas.
(continua...)
[Não fiz muito hoje por que quero dar espaço para uma reflexão. Não to numa semana muito legal, então tenho que escrever pra me distrair xDD]
Para MLSTÊS
O país está na euforia, com a Copa do Mundo e seus gols, mas um fato terça feira, dia 6 de julho, conseguiu chamar a atenção da imprensa. O Curioso dia 06/06/06 foi marcado pela invasão do MLST à Câmara dos Deputados, em Brasília.
As críticas em torno do fato variaram, e muito. O mais curioso foi quem reclamou: os mesmos que saíram impunes do caso “Mensalão”, entre outros... Os Sanguessugas não estão apenas olhando para o dinheiro: estão preocupados com a “quebra” da Democracia que os integrantes do MLST fizeram. Mais curioso ainda é que o próprio “maioral” da turma dos dissidentes da sigla, além de burguês assumido, é militante do PT. Apenas coincidências.
Longe, muito longe de aceitar a forma de protesto utilizada pelo MLST (como aqui em Rondônia, ano passado, que quem não foi preso teve que “suspirar pimenta”), mas os deputados não estão com essa moral toda para criticar uma “violação à democracia”. A impunidade existente no congresso é a maior violação, maior até que um Fiat Uno.
Não devemos confundir um ato de “vandalismo” com um ato de “patriotismo”. Mas também não podemos deixar que Eles, os reverendíssimos dePutAdos, coloquem nosso patrimônio num lugar escuro e seguro: o próprio bolso.
(eu melhoro xD)
Abraço a todos
Shalom
terça-feira, junho 06, 2006
Exatismos Delirantes pt2
[...]
Isso não se limita ao “ser” [o qual explico mais tarde].
Sempre, desde Platão, delimitam-se exatismos teóricos para se explicar a existência, ou de onde vem o que chamamos de Razão. Não há nem ao certo uma definição exata (e talvez não exista) sobre o que esta é coisa [Razão], existem definições.
A racionalidade não é exatamente contrária à emoção. Nada que caminha junto é. Para Durkheim, por exemplo, as únicas formas completamente opostas são: o sagrado e o profano. Mesmo assim não há definições para estas duas alegorias.
A Razão, então, é algo que também não pode ser alvo de exatismos. Como o Amor (símbolo Maximo da Emoção), também, e para isso todos concordam, também não o tem.
Não há nada de exato na razão, é dela que tentamos tirar a explicação do que ela própria seria... E, com o uso dela, muitos concordam que nada explica a si mesmo.
(Continua...)
[Pra não travar, por que não partes de todo? Principalmente pra mim, que estava parado, e não tenho nem uma idéia exata do que estou fazendo? xD]
domingo, junho 04, 2006
Exatismos delirantes
É a busca filosófica inútil. Detalhar cada passo, destrinchando cada verbo, até achar o último fio, já relaxado perante os verbos já mortos. Essa noção de fato exagera o ritmo de pensamento humano, a racionalização dos fatos não chega a tanto.
Pensando bem objetivamente, nada há de concreto em dizer que algo “é”, sendo “ser” um verbo muito inexato.
(Continua... [enquanto não tem leitores eu posso fazer isso, e ainda me dá tempo para preparar minha mente para cada vez ser mais inexato... rs...])